Gosto de me sentir dentro da História da Arte
Gosto de me sentir dentro da História da Arte. Acredito que as evoluções formais conquistadas nas últimas 15 décadas podem ser continuadas e, com esforço, aprofundadas. Por outro lado sou muito ligado à natureza (o que tem a ver minha ligação a natureza com a simplificação dos artistas, esse elo não ficou claro) e percebo nos outros artistas brasileiros, talvez pela ausência das agruras dos climas frios, que caminhamos por níveis de simplificação inéditos quando deparados com o desafio de sintetizar a realidade, padrões ou de manifestar o caos. “””Dar exemplo, como que eles simplificam para manifestar o caos. Para cada caso, exemplificar”””
Para mim a arte faz parte de uma utopia onde ela, a arte, deva procurar provocar a felicidade nas pessoas. E esta felicidade vejo como algo comum. O extraordinário encontra-se naquilo que já está estabelecido e cabe a nós, artistas, revelarmos o véu que separa o contentamento com a vida ordinária em oposição ao descontentamento com a inalcançável vida opulenta e ostentatória para a maioria das pessoas.
A arte como prática, acredito no treino, na técnica e no procedimento. Cada artista conquista os seus.
Para mim a arte faz parte de uma utopia onde ela, a arte, deva procurar provocar a felicidade nas pessoas. E esta felicidade vejo como algo comum. O extraordinário encontra-se naquilo que já está estabelecido e cabe a nós, artistas, revelarmos o véu que separa o contentamento com a vida ordinária em oposição ao descontentamento com a inalcançável vida opulenta e ostentatória para a maioria das pessoas.
A arte como prática, acredito no treino, na técnica e no procedimento. Cada artista conquista os seus.
A vida em sociedade pode ser cheia de violências. O poeta visual é uma evidência de que as coisas operam num sentido benevolente, desde que nos dediquemos a ele. Nesse tecido social amplo, espero ser resistência para que a paz se torne um desejo concreto espelhado na tenacidade que pretendo expressar a cada obra.
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