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Mostrando postagens de março, 2024

Paisagens multicoloridas

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  Pé de Feijão Cajueiro 3 Mata Atlantica Cajueiro 4 Morro Baepí e Mangueira Jaboticabal e bananeiras Mangueira e coqueiros Bananeiras e mangueira Mangueira florindo      Cajueiro 2 Aurora Cajueiro 1 Cachoeira Mangueira folhando Janela Cozinha Quarto Sítio em Pedra Bela 1 Sítio em Pedra Bela 2 Sítio em Pedra Bela 3 Parque da Água Branca 1 Horto Florestal de Campos do Jordão 2      Horto Florestal de Campos do Jordão 3 Horto Florestal de Campos do Jordão 4 Parque da Água Branca 4 Parque da Água Branca 6 Parque da Água Branca 7 Parque da Água Branca 8 Gonzaga 1 Parque da Água Branca 11 Parque da Água Branca 12 Parque da Água Branca 13 Sumaúma 2 - Jardim Botânico RJ

Amigo das artes

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  Declaração de Artista: Fernando Correia Quando eu era criança, ganhei um estojo de pintura profissional do meu avô pintor. Deixei aquele material de lado. Eu brincava de desmontar e remontar bonecos com as partes dos membros trocados, montava Lego, fazia esculturas de argila, desmontava equipamentos eletrônicos velhos para fazer robôs, congelava quase tudo que tinha em casa. De repente me vi a brincar com aquelas tintas preciosas. Sob o tema do cavalo agonizante de Guernica de Picasso, recém adolescente lancei o desenho numa tela. Preenchi com cores extravagantes e, depois que o quadro secou, lancei uma película de óleo com pigmento cor de ouro simulando fogo saindo pela boca do cavalo. A beleza das cores e o brilho do óleo me encantaram profundamente e por dois anos minha nova brincadeira era explorar técnicas bonitas no Manual do Artista, de Ralph Mayer, além dos ensinamentos técnicos que tive com meu pai e meu avô. Aos poucos fui deixando as brincadeiras de criança de lado e a...

Gosto de me sentir dentro da História da Arte

                 Gosto de me sentir dentro da História da Arte. Acredito que as evoluções formais conquistadas nas últimas 15 décadas podem ser continuadas e, com esforço, aprofundadas. Por outro lado sou muito ligado à natureza (o que tem a ver minha ligação a natureza com a simplificação dos artistas, esse elo não ficou claro) e percebo nos outros artistas brasileiros, talvez pela ausência das agruras dos climas frios, que caminhamos por níveis de simplificação inéditos quando deparados com o desafio de sintetizar a realidade, padrões ou de manifestar o caos. “””Dar exemplo, como que eles simplificam para manifestar o caos. Para cada caso, exemplificar””” Para mim a arte faz parte de uma utopia onde ela, a arte, deva procurar provocar a felicidade nas pessoas. E esta felicidade vejo como algo comum. O extraordinário encontra-se naquilo que já está estabelecido e cabe a nós, artistas, revelarmos o véu que separa o contentamento com a v...

Bem vinda, simetria!

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            Estou repescando resultados satisfatórios do passado recente. Quando parei de fazer as paisagens em 2012, logo comecei a fazer pinturas e colagens abstratas ao mesmo tempo. Me dediquei mais às colagens, mas eu já havia colecionado umas três dezenas de quadros abstratos geométricos que me satisfizeram muito. Tentei retomar faz pouco tempo esse tipo de pintura em tamanhos menores, telas de 50 x 70 cm. Até deu certo. Mas eu voltei a procurar tamanhos maiores, onde a geometria criada pudesse alçar ares mais dinâmicos. Esse quadro novo é 95% simétrico. Queria me dedicar a ele por 3 meses. Mas em poucas sessões ele se resolveu. Vi que ele tem espaços bem definidos e a convivência de espaços criados talvez seja a melhor qualidade dessa pintura. Tem um ditado que diz: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. Acredito que consegui isso com essa tela. Ela também tem transparências e opacidades. Esses contrapontos de linguagem dão...

Entre sobreposições e planejamentos

               O caminho de uma composição abstrata se revela gesto a gesto pela adição de formas no plano pictórico. Eu tenho duas estratégias distintas. A primeira é fazer uma camada de trapézios de cima a baixo, a tela toda. E nas camadas seguintes ir adicionando formas geométricas que “atropelam” as camadas inferiores. Outra estratégia é esquadrinhar o tecido cru de linho com pautas e linhas horizontais para criar eixos da onde sairão as diagonais, formando triângulos. Em ambos os casos a intuição vem a ser um componente dinâmico que diz por onde e com quais formas e cores o quadro quer ser conduzido. É quase uma conversa com o invisível. Não raro os primeiros 20% da pintura da tela parecem extremamente insatisfatórios. O que dá vontade de largar a tela. Mas é da resiliência que surge esperança de que algum brilho verdadeiro sairá dessa composição.                Raramente planejo volumes em mi...